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Notícias

Setembro 14, 2013 06:50 PM

O 15 de setembro marca o quinto aniversário da mais espetacular falência na crise financeira de 2007-2008. Nesse dia, o conhecido banco de investimento de Wall Street Lehman Brothers declarou falência devido a investimentos desastrosos em imobiliário dos Estados Unidos, através de produtos financeiros. Nessa altura, os líderes europeus fizeram grandes promessas de reformar a regulação financeira na UE “para responder às crises, mas também para as evitar no futuro” disse Barroso, o Presidente da Comissão. Cinco anos passados, os resultados são terrivelmente insuficientes.

A crise financeira levou a uma devastadora crise económica na Europa. O desemprego na UE tem crescido continuamente até um nível recorde de quase 26 milhões – uns incríveis 10,7% da força de trabalho, com o desemprego jovem muito mais alto. Também foi o ponto de partida para a crise do euro, que resultou em dolorosas medidas de austeridade em quase todos os países da UE e em centenas de milhares de milhões de euros em dispendiosos resgates dos bancos responsáveis, desde logo, por empréstimos ruinosos. Tendo suportado um preço tão elevado, os cidadãos europeus têm todo o direito de exigir uma ação efetiva da parte dos políticos para nos proteger de uma repetição deste descalabro. Mas depois de cinco anos de “reformas” financeiras na UE, o retorno do nosso investimento é totalmente desadequado.

Julho 15, 2013 09:51 AM

A dívida pública não é pagável. A austeridade não é solução. Vem aí o segundo resgate, com este nome ou com outro.

 

Contra o segundo resgate, renegociação da dívida, já!

 

Com a dívida e o défice públicos fora do controlo e o anunciado “regresso aos mercados” adiado sem prazo, Portugal está confrontado com a ameaça de um segundo resgate. A iminência do segundo resgate é a prova de que o caminho da austeridade é errado. É causa das demissões no governo e da crise política, não uma sua consequência.

 

Um novo resgate, seja qual for a designação que lhe venham a dar, será um novo empréstimo destinado a pagar os juros e a amortizar os anteriores empréstimos. Virá com novas imposições, novos cortes, novos despedimentos. Tenderá a perpetuar o confisco de soberania e o declínio económico e social.

Junho 25, 2013 11:13 AM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mantemos a partir de agora uma PERMANÊNCIA, assegurada por voluntários/as, numa sala cedida pelo Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL).

 

R. Fialho de Almeida, nº3, Lisboa (Bairro Azul, S. Sebastião da Pedreira)

3ª, 4ª e 5ª feira, entre as 17.00h e as 19.00h

 

Venha buscar informação, folhas de assinaturas e conversar sobre a Campanha!

Junho 20, 2013 11:01 AM

A Assembleia da República deve: 

  • pronunciar-se a favor da abertura urgente de um processo de renegociação da dívida pública que envolva todos os credores privados e oficiais;
  • promover, no âmbito das suas competências próprias, a criação de uma entidade para acompanhar a auditoria da dívida pública bem como preparar e acompanhar o seu processo de renegociação;
  • garantir que essa entidade, quer pela sua composição, quer pelo seu funcionamento, assegura isenção de procedimentos, rigor e competência técnicas, participação cidadã qualificada e condições de exercício do direito à informação de todos os cidadãos e cidadãs.

Leia e assine esta Petição se assim o entender.

Junho 16, 2013 10:41 AM

Se sim, leia e assine a petição «Pobreza não paga a dívida!»

Junho 14, 2013 11:05 AM

Hoje é o seu dia. Pode assinar AQUI.

Maio 29, 2013 08:57 PM

Teve lugar, em Lisboa, a sessão de lançamento da nova campanha promovida pela IAC e que conta com o apoio de outras organizações da sociedade civil, de índoles diversas e larga cobertura a nível nacional: ADCL, APRe!, ATTAC, CENA, CIDAC, Civis, Colabora, Escola da Noite, GAF, ICE, In Loco, SITRA e SPGL. 
 
O objectivo da campanha é incentivar o debate sobre a questão da dívida e mobilizar a cidadania em torno da exigência da sua renegociação com todos os credores e envolve uma Petição a favor da renegociação dirigida à Assembleia da República.
Fevereiro 26, 2013 12:25 AM

A IAC participa na manifestação de 2 de março com uma faixa «IAC — o povo também é credor!» e no decurso da manifestação vai distribuir um folheto de divulgação e apelo à participação na campanha pela necessidade de negociar a dívida. Apelamos a todos os apoiantes da IAC que se integrem na manifestação e participem na distribuição do folheto.

Local e hora da concentração: Praça Marquês de Pombal, em Lisboa, lado poente esquina da Av. da Liberdade com a Rua Braamcamp, junto à agência do banco Santander Totta, pelas 15:45 minutos.

Dezembro 26, 2012 03:22 PM

Novembro 8, 2012 01:45 AM

A Comissão de Auditoria da Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública (IAC) reunida em 20 de Outubro de 2012 decidiu convocar um Encontro Nacional da IAC para Janeiro de 2013, em Lisboa, destinado a: proceder ao balanço do primeiro ano de atividade da IAC; discutir os resultados obtidos até ao momento; reforçar o envolvimento cívico no processo de auditoria e a sua organização; estabelecer orientações para o futuro.

Setembro 14, 2012 01:25 PM

No dia 15 de Setembro a IAC marca encontro na Rua Tomás Ribeiro, nº 3/9, Lisboa, às 17 horas para distribuição de um folheto aos manifestantes.

Junho 26, 2012 09:57 PM

Junho 11, 2012 11:22 AM

Nas PPP, o Estado deve manifestar disposição para denunciar os contratos de parceria ilegítimos, lançando mão, se necessário for, de instrumentos à sua disposição como a anulação, o resgate, a rescisão, a reversão de bens, ou outros, sempre que tal se justifique em defesa do interesse público.

Maio 21, 2012 03:05 PM

Maio 3, 2012 07:08 AM

A Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública apresentará à Procuradoria-Geral da República, esta quinta-feira, às 15h, toda a documentação necessária para que seja pedido o anulamento do concurso público para a Auditoria às PPP, ganho pela Ernst & Young.

A Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública já havia divulgado publicamente o claro conflito de interesses na escolha da empresa Ernst & Young para auditora das Parcerias Público-Privadas do Estado Português. Não tendo havido qualquer consequência para o caso apresentado, este movimento cidadão irá agora procurar proceder à via legal para fazer cumprir não só a lei como a ética no processo totalmente opaco da auditoria às PPPs. Aceitar o resultado de uma auditoria às PPPs realizada por uma parte interessada no desfecho da mesma é garantir que a verdade sobre estes processos que envolverão perto de 50 mil milhões de euros do erário público jamais verá a luz do dia.

Abril 13, 2012 07:28 AM

O Tratado sobre Estabilidade, Coordenação e Governação na União Económica e Monetária, discutido e aprovado na Assembleia da República nos dias 12 e 13 de Abril, pode parecer mais um ditado de credores do que um tratado; na realidade, a sua aplicação terá um impacte profundo na vida dos povos europeus.

Embora poucos portugueses o conheçam e tenha sido aprovado às escondidas — discutido num dia, aprovado no outro —, para quem o leu ou ouviu falar dele, é claro que:

— impõe limites para o défice público que são inatingíveis para a maior parte dos países subscritores;

— obriga a pagar a dívida pública em ritmos impossíveis;

— retira aos parlamentos nacionais a prerrogativa de definir a política orçamental do seu país;

— instaura, de forma permanente, a austeridade como único programa político no seio da União Europeia.

É um tratado intergovernamental, não da União Europeia, com uma clara influência do lobby financeiro em Bruxelas. No entanto, um país da UE que não o aprove é castigado com a impossibilidade de acesso aos empréstimos dos fundos da própria UE. Mais tarde ou mais cedo, este tratado acabará por ser revogado, por incumprimento generalizado, mas até lá tornará a austeridade mais dura e agressiva. Não é um tratado sobre estabilidade, coordenação e governação, mas um tratado sobre austeridade, desigualdade e destruição.

Por isso, a Iniciativa para uma Auditoria Cidadã apela à suspensão da aprovação do tratado, para que se abra o debate público e se respeite o direito constitucional à informação. Não aceitamos que decidam o futuro à nossa revelia. A voz dos cidadãos tem de ser ouvida.

Março 2, 2012 03:39 PM

Sabiam que:

  1. A dívida é constituída essencialmente por títulos transaccionáveis
  2. A dívida reflecte os custos do passado
  3. A lista de credores não é definida e constante
  4. Os títulos de dívida transaccionam-se em vários mercados
  5. Há dívidas importantes que não são contabilizadas na divida directa do Estado
Fevereiro 21, 2012 01:00 PM

Sabias que:

  1. Défice não é o mesmo que despesa pública
  2. O défice aumentou por causa da crise financeira e da recessão que se lhe seguiu
  3. Cortar nas despesas públicas leva a uma diminuição da receita fiscal
  4. Cortes na despesa podem levar ao aumento da despesa pública
  5. O crescimento da economia pode diminuir o défice