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Carta à Alemanha

Senhora  Merkel, Chanceler da Alemanha

Venho pedir-lhe, por ocasião da visita que em breve nos fará, para levar consigo na partida uma breve mensagem aos seus concidadãos. Eis o que gostava que lhes transmitisse:

  • Sabemos que na década passada os vossos governos vos disseram que tinham de abrir mão de parte dos salários para preservar o futuro do vosso Estado Social. Disseram-vos, e vocês acreditaram, que se prescindissem de uma pequena parte do rendimento presente vos tornaríeis “mais competitivos” e que, dessa forma, o vosso país poderia obter uma poupança capaz de sustentar as vossas pensões e os direitos sociais dos vossos filhos no futuro.
  • Sabemos que a década passada não foi fácil para vós e que o vosso país se tornou desde então menos bonito e mais desigual. Sabemos também que o objetivo pretendido foi conseguido. Que a Alemanha se tornou «mais competitiva», exportou muito, importou menos e mais barato, conseguiu grandes excedentes da balança de pagamentos e acumulou poupança nos vossos bancos.
  • Nós sabemos, mas vocês talvez não saibam, porque isso não vos é dito pelos vossos dirigentes, que esse dinheiro acumulado nos vossos bancos, foi por eles aplicado, à falta de melhor alternativa, em empréstimos a baixo juro aos bancos do sul da Europa, entre os quais os bancos portugueses, e por eles emprestado de novo com muita publicidade e matreirice a famílias do sul cujos salários também não cresciam por aí além, mas que desejavam ter casa, carro e um modo de vida parecido com o vosso.
  • As nossas economias sujeitas à concorrência criada pela globalização que tanto convinha às vossas empresas exportadoras cresciam pouco. Mas o crédito que os vossos bancos nos ofereciam, por intermédio dos nossos, lá ia permitindo que as nossas famílias tivessem acesso a bens de consumo, muitos deles com origem nas vossas empresas exportadoras. Durante algum tempo este estado de coisas parecia ser bom para todos.
  • Quando em 2008 todas as bolhas começaram a estoirar, os vossos bancos descobriram que não podiam continuar a arriscar tanto e cortaram o crédito aos bancos do sul e mesmo aos Estados. Se a União Europeia não tivesse decidido que nenhum banco podia abrir falência, responsabilizando os Estados pelas dívidas bancárias, teríamos assistido a uma razia quer dos bancos endividados, quer dos bancos credores. Mas a UE decidiu que os governos iam «resgatar» os bancos e que depois ela própria, com o BCE e o FMI, «resgatariam» os Estados. Foi desta forma que os vossos bancos, que haviam emprestado a juros baixos para lá de todos os critérios de prudência, se salvaram eles próprios da falência. Foi assim que eles conseguiram continuar a cobrar os juros dos empréstimos e a obter a sua amortização. Doutra forma, teriam falido. Talvez vocês não saibam, mas os empréstimos concedidos à Grécia, à Irlanda e a Portugal são na realidade uma dívida imposta aos povos destes países para «resgatar» os vossos bancos.
  • Talvez vocês não saibam também que até agora, os vossos Estados, todos vós como contribuintes, não gastaram um euro que fosse nos «resgates» à Grécia, à Irlanda e Portugal. Até agora o vosso governo concedeu garantias a um fundo europeu que emite dívida a taxas quase nulas para emprestar a 3% ou 4% aos países «resgatados».
  • Talvez vocês não saibam que em breve este estado de coisas se pode vir a alterar. A austeridade imposta em troca de empréstimos está a arrasar os países «resgatados». Em breve, estes países, chegarão ao ponto em que terão de suspender o serviço da dívida. Nessa hora, haverá perdas, perdas pesadas para todos, contribuintes alemães incluídos.
  • Talvez vocês não saibam, mas no final, todo o esforço que haveis feito na década passada para tornar a Alemanha «competitiva» e excedentária se pode esfumar num ápice. Afinal os vossos excedentes, são os nossos défices, os créditos dos vossos bancos são as nossas dívidas. Os vossos dirigentes deviam saber que uma economia é um sistema e que a economia do euro não é exceção. Quando as partes procuram obter vantagens à custa umas das outras, o resultado para o conjunto e cada uma delas não pode deixar de ser desastroso.
  • Talvez vocês não saibam, mas os vossos dirigentes andam a enganar-vos há muito tempo.

Perdoe-me senhora Merkel se entre uma e outra palavra deixei transparecer amargura em excesso. É que não sou capaz de o esconder: o espetáculo de uns povos contra outros é para mim insuportável, sobretudo quando afinal todos eles se debatem com um problema que é comum – o da finança que governa com governos ao serviço de 1% da população, como o seu e o nosso. À memória ocorrem-me tragédias passadas que deviam ser impensáveis. Concordará comigo pelo menos num ponto: é preciso evitar esses inomináveis regressos ao passado.

 

(Há uma versão deste texto em inglês, que pode ser lida aqui.)


Comentários

Muito sinceramente, penso que não adianta agora procurar os "culpados", ou melhor, os responsáveis pela presente situação portuguesa. Noutra ocasião menos delicada, certamente que sim, mas por ora o mais urgente e decisivo é, em vez de nos centrarmos na atribuição de responsabilidades, procurar soluções e saídas viáveis, realistas e, acima de tudo, JUSTAS.

Nada disso, infelizmente, é abordado nesta "Carta", pelo que seguramente não irá servir para nada...

O que deveríamos explicar melhor aos Alemães é que Portugal é um País diferente do deles, com debilidades crónicas, atávicas, e agudas, conjunturais. E que, por isso, por melhores intenções e qualidade que possuam as terapias que talvez, no Norte da Europa, até fossem as mais adequadas, elas podem simplesmente não apenas não resultar em Portugal, como pior ainda AGRAVAR OS PROBLEMAS ATUAIS!

É isto que temos de dizer aos outros Povos europeus, informá-los sobre as características específicas do Povo português - que eles sabem, há décadas, ser competente, trabalhador, sério e ordeiro, sobretudo em ambientes organizados como os da Suíça, da França, do Luxemburgo, da Alemanha, dos Estados Unidos e até da África do Sul e da Venezuela! - e não criticá-los por estarem de má-vontade, ou serem indiferentes às nossas realidades.

NÃO SE CURA UM TUMOR CEREBRAL AMPUTANDO O CÉREBRO, é a frase que eles têm de ouvir! Por outra palavras, não se recupera uma Economia destruindo-a! E isto é tanto mais importante quanto ninguém em Portugal recusa pagar as suas dívidas e viver honradamente. Assim como também teremos de ter a coragem de mudar aquilo que se exige para merecermos estar no Euro (o que já é algo mais difícil e demorado, mas é possível). Agora se queremos ajudar o enfermo à base de mézinhas, mistelas e, sobretudo, fazendo "sangrias" medievais, o mais certo é ele desfalecer exangue.

E, ao caír, provocar a queda de quem o tenta amparar de forma tão cega e desastrada.

O endividamento das famílias no que respeita à habitação própria, deve-se sobretudo à falta de opções alternativas. As famílias, antes de sequer pensarem no tal sonho (agora pesadelo) de ter casa própria; antes sequer de pensarem que podiam estar a ser aliciadas pelo crédito facil; simplesmente, NÃO TIVERAM ALTERNATIVA. Devo recordar que só muito recentemente o mercado do arrendamento começa a abrir a pestana; os incentivos do estado e entidades financeiras, no que respeita à habitação, foram sobretudo para a aquisição de casas. Às pessoas apenas deve-se o bom senso de gerir os seus orçamentos familiares: "se através do banco pago uma mensalidade de 300€ com prespectiva de aquisição do bem ao fim de 30 anos, porque hei-de pagar 500€ a fundo perdido pela mesma casa no mercado de arrendamento?"

Mais uma vez repito: o endividamento foi a única alternativa disponível aos Portugueses para terem um tecto. O resto é conversa fiada!

Cumprimentos,
Ines Vargas

"O endividamento das famílias no que respeita à habitação própria, deve-se sobretudo à falta de opções alternativas."

Inês Vargas,

É claro que sim, mas a falta de alternativas é uma questão política, que devia (e deve) ser reparada pelos políticos do nosso país.

É preciso perceber de uma vez para sempre que os nossos políticos, por nós democraticamente eleitos, são pagos (e bem pagos!) precisamente para arranjar alternativas.

Dar a culpa de más decisões políticas - por incompetência, desleixo, interesses partidários ou peculato - a terceiros, que nada têm a ver com o assunto, como a Senhora Merkel, é simplesmente absurdo.

Carmo da Rosa

Agradece-se que não sejam postas traduções em comentários. O autor já publicou uma tradução em inglês e fará o mesmo quanto a alemão, se assim o entender. Obrigada.

Senhora Merkel, Chanceler da Alemanha,

Como a Senhora certamente já depreendeu, a partir da carta-aberta do José Maria Castro Caldas, nós portugueses sabemos uma porrada de coisas que o seu povo, coitadinho, não sabe.

Mas apesar de saber muito pouca coisa, uma coisa é certa, o seu povo sabe construir automóveis: os Mercedes, Audi’s e BMWês que nós portugueses, passe a expressão, damos o cu e dois tostões para conseguir. Para o quadro ficar completo, gostaria ainda de acrescentar que além dos turbos-gti alemães, também somos loucos por fatos italianos, sapatos com berloques, computadores americanos e os últimos gritos em Smartfónes.

Ora, o que a Senhora parece não querer compreender, é que um povo tão culto e de gosto tão requintado, não vai agora de repente trabalhar como chinês para pagar estes pequenos desejos tão delicados… Viver de crédito e com uma visão a curto prazo sempre foi o lema dos nossos recentes egrégios, que em dias festivos nos dizem em sentido que nos hão-de guiar à vitória – deles (políticos) nas eleições claro.

Minha Senhora, tenha um pouco de paciência connosco, eles não sabem o que dizem, sobretudo aqueles que lhe escrevem cartas piegas onde acham – ainda por cima!? - que a culpa da situação económica do país é inteiramente sua!

Minha Senhora, admiro-lhe a paciência…

Mit freundlichen Grüßen,
Carmo da Rosa

Cara senhora Carmo da Rosa,

A sua mensagem de culpabilização deve decorrer da ideia de que todos os cidadãos portugueses que contraíram empréstimos sabiam muito bem quais os mecanismos que estavam em jogo. Retira responsabilidade a todos os bancos, publicitários, etc., que promoveram o crédito fácil e ajudaram a criar a ilusão de que era natural e seguro atingir níveis altos de endividamento. Por exemplo, um amigo contou-me a história de um conhecido que trabalhava num banco e teve uma depressão por ter sido pressionado pelos seus superiores a informar mal os clientes que procuravam empréstimos, a respeito de certos riscos que corriam.

É verdade que se todos fôssemos super-cautelosos este problema não teria ocorrido, ou pelo menos não de forma tão grave. Mas também é verdade que se os agentes que emprestam dinheiro não pintassem tudo com tintas demasiado coloridas não estaríamos onde estamos agora. E isto aplica-se também aos bancos alemães e aos seus empréstimos aos bancos do Sul. Pretender que todos somos omniscientes e portanto culpados por de forma deliberada nos termos precipitado num abismo é ridículo.

Infelizmente também é uma característica portuguesa vir repreender todos e mais alguns clamando "eu não dizia?".

Como diz o ditado, a culpa não morre solteira. Tem de ser distribuída por todos os responsáveis. A carta do JCC é útil por tornar bastante claro um aspecto importante desta história toda que em geral passa despercebido no meio da loucura das recriminações que nos são dirigidas pelos outros europeus e, ainda por cima, pelos próprios portugueses.

Assinado: um português que nem está endividado por aí além.

“A sua mensagem de culpabilização deve decorrer da ideia de que todos os cidadãos portugueses que contraíram empréstimos sabiam muito bem quais os mecanismos que estavam em jogo.”

Caro anónimo das 12:33,

Mas os banqueiros e os políticos portugueses sabiam, ou, tendo em conta os chorudos salários que ganham, tinham o dever de saber, não acha?

E como não temos tomates, nem um Ministério da Justiça que funcione para mandar prender esta gente, como é normal noutros países, optamos pelo mais fácil: fazemos um apelo demagógico a sentimentos nacionalistas para culpar o outro, o estrangeiro.

Não creio que seja a melhor solução: por um lado é injusto, e por outro acabamos sempre por não aprender a ponta de um corno com os nossos erros.

Carmo da Rosa

O endividamento das famílias no que respeita à habitação própria, deve-se sobretudo à falta de opções alternativas. As famílias, antes de sequer pensarem no tal sonho (agora pesadelo) de ter casa própria; antes sequer de pensarem que podiam estar a ser aliciadas pelo crédito facil; simplesmente, NÃO TIVERAM ALTERNATIVA. Devo recordar que só muito recentemente o mercado do arrendamento começa a abrir a pestana; os incentivos do estado e entidades financeiras, no que respeita à habitação, foram sobretudo para a aquisição de casas. Às pessoas apenas deve-se o bom senso de gerir os seus orçamentos familiares: "se através do banco pago uma mensalidade de 300€ com prespectiva de aquisição do bem ao fim de 30 anos, porque hei-de pagar 500€ a fundo perdido pela mesma casa no mercado de arrendamento?"

Mais uma vez repito: o endividamento foi a única alternativa disponível aos Portugueses para terem um tecto. O resto é conversa fiada!

Cumprimentos,
Ines Vargas

O Povo português é mesmo burro ou anda distraido e agora estes idiotas que estão no governo é que pagam! Pois, porque enquanto iam tendo os bolsos mais ou menos abonados à custa da Europa "não passa nada". Sempre me fez muita confusão milhares irem de férias, não para o Algarve, mas para os Brasis, Cubas, Republicas Dominicanas, etc., as ferias da Abreu estavam sempre apinhadas de gente, também sempre me fez muita confusão dois e três carros por família, aqui na Amadora por exemplo onde moro, que não é propriamente a Linha do Estoril, que dizem que lá é que mora (se calhar moravam) o "pessoal do papel". O povo Português está nesta situação porque não se importou com nada, "venderam-lhe" a Europa com dinheiro a entrar às "pazadas" e quando havia pessoas a dizer que isto ia ter um custo ninguém acreditava! Até nos vangloriavamos de termos deixado de ser um pais de emigrantes para passarmos a ser um país recebia imigrantes. Era o chamado "milagre português" só que tudo à custa dos outros e agora os resultados estão à vista! Pois é, sabia bem receber milhões que foram desperdiçados ingloriamente, apenas aproveitados para umas quantas autoestrdas de duvidosa utilidade, uns quantos estádios de futebol idem aspas, aspas! O sonho europeu foi muito bonito mas agora aí está o reverso da medalha e não adianta dizer que os "alemães são assim e a sra Merkel assado". Pobre povo que não aprende mesmo, faz-me lembrar alguns da minha terra, quando recebiam a jorna gastavam tudo na taberna e depois "punham-se" a chorar e os outros é que eram os culpados...

Está agora publicada, nesta página, a versão em inglês:
http://auditoriacidada.info/article/carta-%C3%A0-alemanha-0

Caros leitores,

Agradeço as traduções. Não posso avaliar a tradução alemã, mas a tradução inglesa causa-me embaraço. Agradecia que não fossem difundidas estas traduções. Estamos a trabalhar para ter traduções de qualidade.

Obrigado pela ajuda que sei ser de boa vontade,

José Maria Castro Caldas

Atenção que o conteúdo não é contra o JCC. É uma opinião de um blogueiro e ativista há muitos anos.
Portugal é mesmo assim. Prefere assistir e criticar, sem fazer nada. Confesso que por falta de tempo e por boa vontade recorri ao melhor tradutor automático possível- o traduka. Se ainda por cima há críticas, então FAÇAM-NO mesmo e pelo que leio desde DOMINGO ainda não está aqui a tal tradução em INGLÊS melhorada nem em bom Alemão. Coloquei pedidos no meu local de trabalho, procurei apoio entre amigos e nas redes sociais (que como aqui já li, estão divididos: uns acham uma carta lamechas outros uma carta louvável, mas fazer chegar trabalho feito, no way ou fick dich) Foram horas mais mal entregues em toda a minha vida.
Estou sempre a aprender. E assim caímos no abismo.
João Soares
http://bioterra.blogspot.com

João Soares, Não tem razão: já disse nesta caixa de comentários, julgo que há três dias, que a tradução «oficial» deste «site» estava online e onde. Acrescento que a alemã também se encontra no mesmo «post».
http://auditoriacidada.info/article/carta-%C3%A0-alemanha-vers%C3%B5es-e...

A tradução do seu texto para língua alemã foi certamente feita pelo tradutor automático do GOOGLE e é perfeitamente incompreensível. Se aceitar a minha ajuda, pode dispor! Terei muito prazer em colaborar na divulgacao da sua carta aberta junto de falantes de língua alemã.
Saudações cordiais
Antonieta Mendonça

Frau Merkel, Bundeskanzler der Bundesrepublik Deutschland

Ich appelliere an Sie anlässlich des Besuchs, dass wir bald auf Starten eine kurze Nachricht, um ihre Mitbürger zu tragen. Hier ist, was er zu ihnen senden gefallen:

* Wir wissen, dass in den letzten zehn Jahren Sie Ihre Regierungen sagten, sie hätten auf einen Teil ihres Lohnes, um die Zukunft Ihrer Social Staat zu bewahren. Sie sagten Sie, und Sie glauben, dass wenn prescindissem ein kleiner Teil dieser Einkünfte, die Sie tornaríeis "Wettbewerbsfähigkeit" und dass daher das Land könnte Ihre Ersparnisse können Sie Ihre Renten-und sozialen Rechte der Ihren Kindern aufrecht in der Zukunft.

* Wir wissen, dass im vergangenen Jahrzehnt nicht für Sie einfach und, dass Ihr Land seit weniger süß und ungleicher. Wir wissen auch, dass die beabsichtigte Ziel erreicht wurde. Dass Deutschland geworden "wettbewerbsfähiger", viel exportiert, importiert weniger und billiger, verwaltet große Zahlungsbilanz Überschüsse und angesammelten Ersparnisse in Ihrer Bank.

* Wir wissen, aber Sie können nicht wissen, warum Sie nicht von Ihrem Führer sagte, dass das Geld in Ihrem Bankkonto angesammelt, von ihnen aufgetragen wurde, mangels einer besseren Alternative, in niedrigen Zinsen Kredite an Banken in Südeuropa, einschließlich portugiesischen Banken, und sie lieh wieder mit viel Publicity und Gemeinheit die Familien des Südens, deren Löhne wuchsen auch nicht so gut, aber sie wollten ein Haus, Auto und einen Lebensstil wie deine haben.

* Unsere Volkswirtschaften sind dem Wettbewerb durch die Globalisierung, dass sowohl auf Ihre Exportfirmen leicht gewachsen erstellt. Aber die Behauptung, dass Ihre Bank uns angebotenen, durch uns, würde es ermöglichen unseren Familien den Zugang zu Konsumgütern haben, viele von ihnen Ursprung in Ihrem exportorientierten Unternehmen. Für eine Weile dieser Stand der Dinge zu sein schien gut für alle.

* Wenn im Jahr 2008 alle Blasen zum Platzen begann, fand Ihren Banken konnten sie nicht weiterhin so viel riskieren und abgeschnitten Kredit Banken und sogar den Südstaaten. Wenn die Europäische Union nicht entschieden hatte, dass keine Bank konnte in Konkurs gehen, die Schuld Staaten für Bankschulden, würden wir einen Überfall entweder Bankschulden oder die Gläubigerbanken erlebt haben. Aber die Regierungen der EU beschlossen, dass sie "retten" die Banken und dann selbst mit der EZB und dem IWF, "würde" Staaten zu retten. Dies ist, wie Sie Ihre Banken, die zu niedrigen Zinsen über alle Kriterien der Klugheit geliehen hatte, waren selbst vor dem Bankrott gerettet. Das ist, wie sie weiterhin Zinsen auf Darlehen berechnen und erhalten Sie Ihre Abschreibungen geführt. Andernfalls würden sie gescheitert. Sie können nicht wissen, aber Kredite an Griechenland, Irland und Portugal sind in Wirklichkeit eine Schuld auf die Völker dieser Länder verhängt zu "retten" Ihre Banken.

* Sie können nicht so gut kenne bisher, Ihre Zustände, wie Sie alle Steuerzahler, nicht ein Euro, der in die "Rettungspakete" für Griechenland, Irland und Portugal ausgegeben wird. Bisher Ihrer Regierung Bürgschaften zu einem europäischen Fonds, dass Fragen Schulden bei Raten nahe Null bis 3% oder 4% in Länder "gerettet" zu leihen.

* Sie können nicht wissen, dass bald dieser Stand der Dinge können sich ändern. Die Strenge im Gegenzug für Kredite auferlegt ist, schleifen die Länder "gerettet". In Kürze werden diese Länder den Punkt erreichen, wo sie den Schuldendienst auszusetzen haben. Zu diesem Zeitpunkt wird es Verluste, inklusive schwere Verluste für alle deutschen Steuerzahler.

* Sie können nicht wissen, aber am Ende können alle Mühe, die Sie in den letzten zehn Jahren getan haben, um Deutschland "wettbewerbsfähig" und Blending Überschuss zu machen auf einen Blick. Nach all Ihren Überschuss, sind unsere Defizite, Darlehen von Ihren Banken unsere Schulden sind. Eure Führer sollten wissen, dass eine Wirtschaft ein System ist und dass die Euro-Wirtschaft ist keine Ausnahme. Wenn Parteien die Vorteile auf Kosten der jeweils anderen zu gewinnen suchen, kann das Ergebnis für die Gruppe und jeder nur katastrophal sein.

* Sie können nicht wissen, aber Ihr Führer gehen, um Sie vor langer Zeit täuschen.

Verzeihen Sie mir Frau Merkel ist zwischen einem Wort und einem anderen linken Bitterkeit über Glanz. Es ist nur, dass ich es nicht verbergen: das Spektakel von einigen Menschen gegen andere ist unerträglich für mich, vor allem, wenn nach allem was sie mit einem Problem, das häufig ist zu kämpfen - die Finanzminister herrschenden Regierungen in den Dienst der 1% der Bevölkerung, wie Ihre und unsere. In Erinnerung zu mir kommen, dass vergangene Tragödien sollte undenkbar. Vereinbaren Sie mit mir auf mindestens einen Punkt: Wir müssen diese namenlosen Rückkehr in die Vergangenheit zu vermeiden.

Em Alemão:

Frau Merkel, Bundeskanzler der Bundesrepublik Deutschland

Ich appelliere an Sie anlässlich des Besuchs, dass wir bald auf Starten eine kurze Nachricht, um ihre Mitbürger zu tragen. Hier ist, was er zu ihnen senden gefallen:

* Wir wissen, dass in den letzten zehn Jahren Sie Ihre Regierungen sagten, sie hätten auf einen Teil ihres Lohnes, um die Zukunft Ihrer Social Staat zu bewahren. Sie sagten Sie, und Sie glauben, dass wenn prescindissem ein kleiner Teil dieser Einkünfte, die Sie tornaríeis "Wettbewerbsfähigkeit" und dass daher das Land könnte Ihre Ersparnisse können Sie Ihre Renten-und sozialen Rechte der Ihren Kindern aufrecht in der Zukunft.

* Wir wissen, dass im vergangenen Jahrzehnt nicht für Sie einfach und, dass Ihr Land seit weniger süß und ungleicher. Wir wissen auch, dass die beabsichtigte Ziel erreicht wurde. Dass Deutschland geworden "wettbewerbsfähiger", viel exportiert, importiert weniger und billiger, verwaltet große Zahlungsbilanz Überschüsse und angesammelten Ersparnisse in Ihrer Bank.

* Wir wissen, aber Sie können nicht wissen, warum Sie nicht von Ihrem Führer sagte, dass das Geld in Ihrem Bankkonto angesammelt, von ihnen aufgetragen wurde, mangels einer besseren Alternative, in niedrigen Zinsen Kredite an Banken in Südeuropa, einschließlich portugiesischen Banken, und sie lieh wieder mit viel Publicity und Gemeinheit die Familien des Südens, deren Löhne wuchsen auch nicht so gut, aber sie wollten ein Haus, Auto und einen Lebensstil wie deine haben.

* Unsere Volkswirtschaften sind dem Wettbewerb durch die Globalisierung, dass sowohl auf Ihre Exportfirmen leicht gewachsen erstellt. Aber die Behauptung, dass Ihre Bank uns angebotenen, durch uns, würde es ermöglichen unseren Familien den Zugang zu Konsumgütern haben, viele von ihnen Ursprung in Ihrem exportorientierten Unternehmen. Für eine Weile dieser Stand der Dinge zu sein schien gut für alle.

* Wenn im Jahr 2008 alle Blasen zum Platzen begann, fand Ihren Banken konnten sie nicht weiterhin so viel riskieren und abgeschnitten Kredit Banken und sogar den Südstaaten. Wenn die Europäische Union nicht entschieden hatte, dass keine Bank konnte in Konkurs gehen, die Schuld Staaten für Bankschulden, würden wir einen Überfall entweder Bankschulden oder die Gläubigerbanken erlebt haben. Aber die Regierungen der EU beschlossen, dass sie "retten" die Banken und dann selbst mit der EZB und dem IWF, "würde" Staaten zu retten. Dies ist, wie Sie Ihre Banken, die zu niedrigen Zinsen über alle Kriterien der Klugheit geliehen hatte, waren selbst vor dem Bankrott gerettet. Das ist, wie sie weiterhin Zinsen auf Darlehen berechnen und erhalten Sie Ihre Abschreibungen geführt. Andernfalls würden sie gescheitert. Sie können nicht wissen, aber Kredite an Griechenland, Irland und Portugal sind in Wirklichkeit eine Schuld auf die Völker dieser Länder verhängt zu "retten" Ihre Banken.

* Sie können nicht so gut kenne bisher, Ihre Zustände, wie Sie alle Steuerzahler, nicht ein Euro, der in die "Rettungspakete" für Griechenland, Irland und Portugal ausgegeben wird. Bisher Ihrer Regierung Bürgschaften zu einem europäischen Fonds, dass Fragen Schulden bei Raten nahe Null bis 3% oder 4% in Länder "gerettet" zu leihen.

* Sie können nicht wissen, dass bald dieser Stand der Dinge können sich ändern. Die Strenge im Gegenzug für Kredite auferlegt ist, schleifen die Länder "gerettet". In Kürze werden diese Länder den Punkt erreichen, wo sie den Schuldendienst auszusetzen haben. Zu diesem Zeitpunkt wird es Verluste, inklusive schwere Verluste für alle deutschen Steuerzahler.

* Sie können nicht wissen, aber am Ende können alle Mühe, die Sie in den letzten zehn Jahren getan haben, um Deutschland "wettbewerbsfähig" und Blending Überschuss zu machen auf einen Blick. Nach all Ihren Überschuss, sind unsere Defizite, Darlehen von Ihren Banken unsere Schulden sind. Eure Führer sollten wissen, dass eine Wirtschaft ein System ist und dass die Euro-Wirtschaft ist keine Ausnahme. Wenn Parteien die Vorteile auf Kosten der jeweils anderen zu gewinnen suchen, kann das Ergebnis für die Gruppe und jeder nur katastrophal sein.

* Sie können nicht wissen, aber Ihr Führer gehen, um Sie vor langer Zeit täuschen.

Verzeihen Sie mir Frau Merkel ist zwischen einem Wort und einem anderen linken Bitterkeit über Glanz. Es ist nur, dass ich es nicht verbergen: das Spektakel von einigen Menschen gegen andere ist unerträglich für mich, vor allem, wenn nach allem was sie mit einem Problem, das häufig ist zu kämpfen - die Finanzminister herrschenden Regierungen in den Dienst der 1% der Bevölkerung, wie Ihre und unsere. In Erinnerung zu mir kommen, dass vergangene Tragödien sollte undenkbar. Vereinbaren Sie mit mir auf mindestens einen Punkt: Wir müssen diese namenlosen Rückkehr in die Vergangenheit zu vermeiden.

Estimado José Caldas, caso pretenda podemos interagir e colocar em 3 a 4 línguas este texto em ambos os blogues, o vosso e o Bioterra.
Segue-se a tradução em Inglês http://bioterra.blogspot.com/2006/11/a-carta-alemanha-traducao-para-ingl... e respectivo link da minha notícia no BioTerra http://bioterra.blogspot.pt/2012/11/carta-alemanha-temos-que-enterrar-este.html(que já tem 8 anos de acção blogosférica, pessoal e nas redes sociais denunciando todas os erros cometidos por más políticas e assaltos aos bens públicos, em particular o Ambiente). Bem haja pelo seu civismo e verticalidade. Por mim farei tudo para que Portugal se enche de luto (vista de preto) no dia 12 e tudo farei para libertar o País e Europa desta mentira chamada austeridade.
"Mrs. Merkel, Chancellor of Germany

I appeal to you on the occasion of the visit that soon we will to carry on starting a brief message to their fellow citizens. Here's what he liked to send them:

We know that in the past decade you your governments said they had to give up part of their wages to preserve the future of your Social State. They told you, and you believe that if prescindissem a small part of this income you tornaríeis "more competitive" and that, therefore, the country could get your savings can sustain your pension and social rights of your children in the future.
We know that the past decade has not been easy for you and that your country has since become less cute and more unequal. We also know that the intended goal was achieved. That Germany has become "more competitive", much exported, imported less and cheaper, managed large balance of payments surpluses and accumulated savings in your bank.
We know, but you may not know, why do not you are told by your leaders, that the money accumulated in your bank, has been applied by them, for lack of a better alternative, in low interest loans to banks in southern Europe, including Portuguese banks, and they borrowed again with much publicity and matreirice the families of the south whose wages also grew not so well, but they wanted to have a house, car and a lifestyle like yours.
Our economies are subject to competition created by globalization that both suited to your exporting firms grew slightly. But the claim that your bank offered us, through us, there would allowing our families to have access to consumer goods, many of them originating in your exporting companies. For a while this state of things seemed to be good for everyone.
When in 2008 all the bubbles began to burst, your banks found they could not continue to risk so much and cut off credit to banks and even the southern states. If the European Union had not decided that no bank could go bankrupt, blaming states for bank debt, we would have witnessed a raid either bank debt or the creditor banks. But EU governments decided that they would "rescue" the banks and then itself with the ECB and the IMF, "would rescue 'states. This is how your banks, which had lent at low interest rates beyond all criteria of prudence, were saved themselves from bankruptcy. That's how they managed to continue to charge interest on loans and get your amortization. Otherwise, they would have failed. You may not know, but loans to Greece, Ireland and Portugal are in reality a debt imposed on the peoples of these countries to 'rescue' your banks.
You may not know that well so far, your states, as you all taxpayers, not a euro that is spent in the 'bailouts' to Greece, Ireland and Portugal. So far your government provided guarantees to a European fund that issues debt at rates near zero to borrow 3% or 4% to countries 'rescued'.
You may not know that soon this state of things may change. The austerity imposed in return for loans is to raze the countries 'rescued'. In brief, these countries will reach the point where they have to suspend debt service. At this time, there will be losses, heavy losses for all German taxpayers included.
You may not know, but in the end, all the effort that you have done in the past decade to make Germany 'competitive' and blending surplus can at a glance. After all your surplus, are our deficits, loans from your banks are our debts. Your leaders should know that an economy is a system and that the euro economy is no exception. When parties seek to gain advantage at the expense of each other, the result for the set and each one can only be disastrous.
You may not know, but your leaders go to deceive you long ago.
Forgive me Mrs. Merkel is between one word and another left bitterness in excess shine. It's just that I can not hide it: the spectacle of some people against others is unbearable for me, especially when after all they are struggling with a problem that is common - the finance ruling governments in the service of 1% of the population, like yours and ours. In memory occur to me that past tragedies should be unthinkable. Agree with me on at least one point: we need to avoid these nameless return to the past."

Cumprimentos,
João Soares

Perdoe-me a intromissão, mas esta tradução para inglês está cheia de erros gramaticias. Foi feita num tradutor automático?

“Sabemos que na década passada os vossos governos…”

“Disseram-vos, e vocês acreditaram,”

“Sabemos que a década passada não foi fácil para vós…”

“Nós sabemos, mas vocês talvez não saibam,”

“Talvez vocês não saibam, mas os empréstimos concedidos à Grécia, à Irlanda e a Portugal são na realidade…”

“Talvez vocês não saibam também que até agora, os vossos Estados, todos vós como contribuintes,”

“Talvez vocês não saibam que em breve…”

“Talvez vocês não saibam, mas no final,”

“Talvez vocês não saibam, mas os vossos dirigentes andam a enganar-vos há muito tempo.”

Como é possível que gente que sabe tanto, ao ponto de querer dar lições aos pobres de espírito teutões, se encontre numa situação tão deplorável?

É caso para citar o Cristo Nosso Senhor: “bem hajam os pobres de espírito”, porque além da certeza de obter o reino dos céus, na terra pelos vistos vão tendo pelo menos as contas em dia…

Carmo da Rosa

Este Carmo da Rosa ou é analfabeto ou veio para aqui pura e simplesmente armar-se em parvo. Prima por ser o exemplo da imbecilidade em que uma boa parte deste povo à "beira mar plantado" caiu. Devia saber que os manuais de economia não podem ser alterados conforme "apetece" ou dá vontade. Vir aqui dizer umas "bacoradas" para ser engraçado ou tentar impressionar os amigos pode ser uma experiência "eventualmente interessante" para alguns, mas garantidamente dispensável para aqueles que gozam de plena sanidade. Todos sabem as verdadeiras razões daquilo que se está a passar na Europa e no Mundo neste momento (todos com excepção daqueles que se consideram visionários ou detentores de verdades teóricas que só eles conhecem). Todos sabemos que a Alemanha está a tentar (e a conseguir) aquilo que não conseguiu através de duas guerras. Não existe ninguém que não saiba que(apesar de também existirem os que preferem assobiar para o lado) o engodo criado com "paciência de chinês" ao longo destes anos pela Alemanha, através dos produtos (sucata?) alemães, adquiridos com recurso a créditos concedidos por bancos alemães, está dar agora os seus frutos e que todos vão ter que pagar juros esses "presentes generosos" da "nação amiga", para além do custo da deslocalização da sua "famosa" e "produtiva" indústria para a China (sim, não são eles que vão pagar, mas todos nós) resultante do "exponencial" aumento de procura que necessariamente teve que ser compensado com menores custos de produção (trabalho = malga de arroz) para assegurar uma capacidade de oferta devidamente adequada. Todos deveriamos também saber que não existe legitimidade (na opinião daqueles que só lucraram com toda esta situação) em aspirar a algo mais. A imbecilidade não permite isso. Essa imbecilidade já há muito criticada pelo nosso saudoso D. Carlos I (também "afastado" para servir os interesses de alguns que criticavam os seus). Mas com imbecis também não se deve perder muito tempo. Quanto mais informação entra, mais difícil se torna a respectiva "digestão" e desproporcionada resulta a saída de ...

Isto nada tem a ver com a Merkel. Tem tudo a ver com o Monopólio Financeiro Mundial – ou não estivessem metidos o FMI, o Banco Mundial, o BCE e outros.

O Banco Central Europeu está a emprestar dinheiro (que cria a partir do nada) à taxa de 0,75% aos bancos comerciais, que por seu turno o emprestam aos Estados, Empresas e Famílias a 4%, 5% 6%, etc. Querem maior roubo do que isto?

Bom antes demais informo que tenho família na Alemanha e por isso conheço bem a situação política do país, e um dado adquirido é que o atual Governo alemão muito dificilmente se irá manter, isso é uma certeza.

Mas é nas urnas que isso se vê, não é preciso manifestações nem greves, o povo alemão sabe como fazê-lo.

Agora, porque raio vamos nós mandar cartas aos alemães quando eles próprios sabem o que se passa? Eles sentiram na pele cortes existentes em prol, não de um benefício europeu, é uma ideia errada, mas sim porque a após a queda da cortina de ferro, o lado mais pobre que voltou a ser alemão, precisava, e precisa ainda, de profundas reestruturações, e para isso, muito dinheiro também, parte dele da chamada ala americana.

Ora, é muito fácil dizermos que a culpa da divisão é da senhora Merkel e das suas políticas, talvez seja, mas é preciso ter em conta, que se não fosse o dinheiro externo, o nosso país, nem dinheiro teria para pagar aos seus desempregados, pensionistas, estudantes, etc.

O nosso problema não é a Alemanha, o FMI ou a Troika nos emprestarem dinheiro, a altos ou baixos juros, o nosso maior problema enquanto portugueses, é não responsabilizarmos de forma correta, autoritária e contínua, os promíscuos dirigentes que nos governam, que alimentam lobbies que ninguém entende, que autorizam e descredibilizam derrapagens orçamentais sem as justificarem, que não são questionados aquando da execução de obras duvidosas, que não são colocados em causa quando empresas que são suas, ou de responsabilidade direta, após o seu mandato, se tornarem entidades público privadas com regalias descomunais.

Como pode ver Sr. José, o povo alemão, tem os olhos bem mais abertos do que nós infelizmente, e como diz a minha mãe, que lá vive, "tomara o mal da Alemanha ser o bom de Portugal".

Cabe-nos a nós, enquanto cidadãos duma democracia, acautelar situações destas, e questionar, no devido momento, acções de quem nos governa, e esse questionamento, não é quando já só existe dívida para pagar, mas sim, quando existe dinheiro para investir, este é tão mal investido, e nós limitámos-nos a acenar que sim com a cabeça e a achar que já somos muito grandes ao invés de perceber o que realmente é feito com o dinheiro que advêm da Europa...

Sr. José,

E se arranjasse alguém para traduzir a sua carta para o alemão e começássemos, via facebook, a disseminar o conteúdo por tudo quanto fosse utilizadores alemães?

Que me diz?

Caso concorde e consiga arranjar, publique aqui no site que eu encarrego-me de dar o primeiro passo na disseminação.

Segue um site que faz a tradução automática para várias linguas:

http://tradukka.com/

Obrigado pela sugestão. É uma boa ideia. Vejamos se surge um voluntário.

Posso tentar arranjar um voluntário, até mais que um. E formas de o divulgar na Alemanha... cada um terá as suas. Alguns amigos poderão ajudar na tarefa. Até porque, tendo familia e amigos (alemães) na Alemanha, começa a ser complicado manter um diálogo amigável com os mesmos sempre que questões eminentemente politicas vêm à baila. E questões eminentemente politicas, hoje, já se sabe... é dificil não aparecerem. Talvez este texto, simples e acessível, me ajude, nos ajude, na complicada tarefa de destruir algumas ideias pré-concebidas que cimentam esta ideia muito pouco "natural" de que os povos têm que estar de costas voltadas para poderem construir a sua felicidade. E nós, bem sabemos, que é pura e simplesmente ao contrário. Obrigado. Rui Dinis.