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Sessão da IAC em Setúbal – 15 de Novembro 2013

Com a participação de uma trintena de pessoas (apesar da coincidência com o jogo da Selecção) realizou-se na sexta-feira ao fim da tarde uma sessão anunciada como «um debate necessário e urgente, sem verdades feitas, para responder às dúvidas das pessoas».

Convidado especial, o médico e humanista setubalense Dr. Mário Moura colocou algumas questões às quais tentaram responder Eugénia Pires, J. Vítor Malheiros e Martins Guerreiro. Seguiu-se um intenso debate, onde pontuaram duas gerações. Uma coisa ficou clara: a necessidade premente de «polir e corrigir a Democracia», com a participação de todos, designadamente dos que se queixam do estado a que ela chegou (tanto por causa do abandono do terreno a estes neoliberais).

As dificuldades de mobilização das pessoas, em especial das gerações pós-25 de Abril, esteve em discussão. Clara foi a mensagem: cada geração tem de procurar os seus próprios caminhos, não pode esperar, nem exigir, que sejam os mais velhos a proporem-lhos.

A hora de jantar não fez com que os presentes desistissem da discussão... numa sessão muito viva, muito participada, e muito pedagógica.