• warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.

Author Bios

Articles by this author:

  • Os CTT foram privatizados. Ao escrevermos esta pequena frase contraem-se dolorosas emoções.

     

    Durante cerca de 500 anos construímos, nós cidadãos, uma empresa. Levamos o Estado a todas as casas do país. Não há nenhum canto fora do alcance dos CTT. Ao longo dos caminhos percorridos pela empresa cresceu o Estado, desenvolveram-se os serviços públicos e dinamizou-se a economia.

     

    Criou-se emprego. Os CTT são e sempre foram um dos maiores empregadores nacionais.

     

    Gerámos riqueza para o país. Do telégrafo ao telefone, as principais inovações tecnológicas chegaram a Portugal pelo ‘correio’. Garantimos a possibilidade a todos os cidadãos de comunicarem de forma livre e acessível. Enviar uma carta ou telefonar a partir de Lisboa para Bragança custa o mesmo para Sintra. Aproximámos os cidadãos. Todos mais próximos de quem gostámos.

     

    Continuámos a libertar valor para a sociedade. Desde 2005 os CTT garantiram 438,7 milhões de euros de lucros. Todos os anos os CTT registam lucros, dinheiro que financia o Orçamento do Estado, a Segurança Social, a Educação e a Saúde.

  • A propaganda em torno das PPP não engana: vamos pagar mais 1,3 mil milhões de euros do que o previsto. Até a SLN sai a ganhar.

     

    Ao longo do último ano multiplicaram-se os anúncios que prometiam o corte nas rendas das parcerias público-privadas (PPP), por parte do Governo. Sucederam-se as conferências de imprensa, os anúncios públicos, as entrevistas. Os montantes a cortar prometidos pelo Governo variaram entre as enormidades de dinheiro a retirar aos beneficiados pelas PPP, os muitos milhares de milhões de euros e os cortes iguais para todos. Em qualquer dos casos, era muito dinheiro que iríamos poupar com a atitude corajosa e determinada deste Governo de salvação nacional.

     

    No entanto, o nosso estudo demonstra que os encargos líquidos (contabilizando receitas) com as PPP aumentaram 1,3 mil milhões de euros, no período 2014-2020, quando comparamos o Orçamento do Estado para 2013 e o OE 2014. [1] [2]

  • A Inspeção-Geral de Finanças tem em curso uma auditoria para «apurar os impactos e as responsabilidades associados a produtos de alto risco contratados pelas empresas do Estado e que acumulam perdas potenciais de três mil milhões de euros», lê-se no Público de segunda-feira. Entre os beneficiados por este mecanismo de especulação estão bancos que vão do BPN Paribas à Merril Lynch, passando pela JP Morgan, Caixa Geral de Depósitos ou Banco Espírito Santo, entre outros. As empresas mais afetadas são as de transportes. Aos cidadãos chega a fatura.

     

    A instabilidade das condições de financiamento das empresas de transportes públicos deve-se, em parte, à especulação lançada pelos mercados financeiros sobre os países da periferia europeia, na qual se inclui Portugal. Esta estratégia é alimentada pelas instituições financeiras, principais intervenientes nos mercados financeiros, onde se transacionam os títulos de dívida pública, por exemplo. São igualmente as mais beneficiadas, pois conseguem obter taxas de rentabilidade com os empréstimos que efetuam muito superiores às alcançadas antes da crise financeira internacional.

  • Após a histeria coletiva em torno da situação económica e financeira de Chipre, chegou o momento de elaborarmos uma breve reflexão e retirarmos as devidas conclusões. Chipre não é um caso isolado. Devem ser efetuadas alterações estruturais no sistema.

     

    O caso cipriota demonstra que as instituições europeias e internacionais são infinitamente criativas quando é necessário encontrar medidas para salvar o sistema financeiro. Mas a falha está a montante: desde 2007/2008 são prometidas medidas para controlar o instinto predatório do sistema financeiro, mas nenhuma medida de fundo foi tomada até ao momento. A falência do sistema financeiro cipriota demonstra claramente que os cidadãos continuam vulneravelmente expostos a novas crises financeiras.

  • No dia 19 de Janeiro terá lugar em Lisboa o primeiro encontro nacional 'Crises não Pagam Dívidas', convocado pela Iniciativa para uma Auditoria Cidadãos à Dívida Pública (IAC).

     

    Saber quanto devemos, a quem devemos, porque devemos e se é sustentável o seu pagamento são questões fundamentais que devem ser respondidas.