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  • Nem os executantes da austeridade conseguem disfarçar as consequências nefastas do caminho que traçaram: a economia definha e leva o desemprego ainda mais longe, as receitas fiscais estão em níveis historicamente baixos apesar da  mais dura carga fiscal de que há memória e os objectivos do défice são constantemente falhados e adiados numa dinâmica de crescimento da dívida que, assim, não tem fim.

  • Apenas em cinco anos, desde a sua privatização (em 2003) até ao seu colapso em 2008, a banca islandesa aproveitou a desregulamentação do sector financeiro para abandonar o seu papel tradicional – receber depósitos e conceder empréstimos a empresas locais –, dedicando-se à muito mais lucrativa actividade da banca de investimentos, financiada por mercados muito líquidos e investidores aliciados por boas taxas pagas por bancos seguros, a acreditar nos seus ratings.

  • Começámos o ano com a notícia de que boa parte dos cortes e impostos da sobre-austeridade de 2013 – 1.100 milhões de Euros –  vai ser canalizada para salvar mais um banco. Desta vez o BANIF, um banco pequeno pelos habituais critérios de medição, pouco maior que o BPN no ano em que foi nacionalizado.

     

    Este montante, que representa mais um aumento na dívida pública portuguesa, destina-se a reforçar o capital do BANIF para que este cumpra o rácio entre capital e activos de 10%, um rácio que mede a proporção de capital investido pelos accionistas do banco para financiar a sua actividade, nomeadamente a de conceder crédito.

  • Criado em 1993, o Banco Português de Negócios beneficiou das deficiências das autoridades de supervisão para conceder empréstimos e outros investimentos avultados sem, com a devida cautela, assegurar a existência de garantias adequadas ou a capacidade dos devedores e projectos financiados.

     

    Para além da inoperância dos supervisores (designadamente o Banco de Portugal), a gestão do BPN soube aproveitar de forma engenhosa um novo ambiente globalizado que permitiu criar sociedades sedeadas em paraísos fiscais para escamotear a verdadeira identidade dos devedores; em alguns dos casos os próprios accionistas do Banco, os seus gestores e pessoas que lhes eram próximas.