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  • A Grécia restruturou a dívida um bocadinho. A UE disse que seria uma vez sem exemplo. Agora a Irlanda também restruturou a dívida, com um “cortezinho de cabelo” ao BCE. As reestruturações andam aí.

     

    Isso significa que os credores já perceberam que é preferível manter o devedor com a cabeça fora de água do que afogá-lo de uma vez por todas. Afogados não pagam dívidas.

  • Os abutres que se alimentam da dívida Grega tiram proveito do facto de o governo grego ter emitido dívida sujeita, não ao enquadramento jurídico da Grécia, mas a enquadramentos jurídicos estrangeiros mais favoráveis para os credores. Sabemos que o mesmo o mesmo aconteceu no caso português, mas não sabemos exatamente  que parte da dívida portuguesa se encontra nesta situação, nem quem a detém. A Auditoria terá de averiguar.

    Ler mais sobre os fundos-abutre aqui.

  • Em setembro de 2013, 9,7 mil milhões de euros em títulos de dívida pública atingem a sua maturidade e terão de ser pagos. O atual empréstimo da Troika já não cobrirá esse montante. Isso significa que, para os poder pagar, o Estado português terá de emitir títulos de médio e longo prazo antes desta data e encontrar credores dispostos a adquiri-los por uma taxa de retorno razoável. Como diz o Ministro das Finanças, Portugal terá de ter «regressado aos mercados» antes de setembro de 2013. Falta um ano e meio.

  • Na prática se vai vendo para que serve uma auditoria cidadã. No passado dia 8 de Março, um comunicado de imprensa da IAC alertava para a atribuição pelo governo à Ernst & Young da auditoria às parcerias público-privadas e denunciava o conflito de interesses envolvido nesta fiscalização da obra pelo próprio empreiteiro.

    Ao contrário do que muitas vezes acontece, a denúncia teve eco nos media.

    No Jornal de Negócios, Elisabete Miranda, voltou ao tema há dias. Escreve que «Os holofotes apontados à Ernst & Young pela “Iniciativa por uma Auditoria Cidadã à Dívida” (…) terão posto o Tribunal de Contas de sobreaviso».

    Para isto serve também uma auditoria cidadã: para apontar os holofotes para os sítios certos.