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  • Gaspar voltou a atirar ao lado. O intelectual orgânico por excelência da República, aquele que legitima realmente o Governo, através do débito de idiotices tecnocráticas, não acertou uma previsão desde que se tornou ministro de Estado e das Finanças. É um profeta incompetente. A figura política em que assenta este processo revolucionário em curso do séc. XXI mostrou não ser capaz de cumprir a função essencial que lhe tem sido atribuída: credibilizar a destruição em curso, torná-la inevitável, desejável e um desígnio nacional. Gaspar é um falhanço. Enquanto ministro, enquanto comunicador, enquanto ideólogo e, mais importante, enquanto «economista». A legitimidade do ministro ficou definitivamente destroçada com a comunicação dos resultados da sétima avaliação. Mas a credibilidade do ministro não é o problema do sistema político português, neste momento. E também não é a organização partidária ou sistema eleitoral, ainda que ambos necessitem de mudanças drásticas para se tornarem funcionais - se quisermos uma democracia representativa semipluralista, e não é líquido que toda a gente a queira.

  • A acumulação de dívida pública e privada resultará em mais desigualdades, mais pobreza e menor qualidade de vida. Em termos de políticas públicas, a acumulação de dívida também terá consequências nefastas, e tal não se deve apenas à diminuição de recursos disponíveis para a produção e implementação de políticas sociais. Há várias razões para isto. Falemos em três.

  • Marques Mendes dixit. O FMI está aí, de novo, para comandar a marcha contra o Estado. Social ou não importa pouco para o caso. E, desta feita, traz um companheiro de longa data, o Banco Mundial, para ajudar à festa. Dupont junta-se a Dupond. E não sabemos se Passos é Milou ou Gaspar um capitão Haddock de má qualidade. O Fundo e o Banco, na figura de representantes com credenciais indeterminadas, auxiliarão o governo português na árdua tarefa de explicar-nos, como se fôssemos todos imbecis, por que razão o OE2013 prevê a alocação de €3 320 628 739 à Parvalorem para reembolso das dívidas que o BIC não quis assumir, ao comprar o BPNe, ainda assim, será necessário cortar €3 500 000 000 nas funções sociais do Estado e contar com potenciais medidas contingentes que ultrapassarão, certamente, esse valor.

  • Façamos um pequeno exercício intelectual. Imaginemos um engenheiro de materiais responsável por avaliar a qualidade de um material que será usado para construir uma ponte. Esse engenheiro avalia o material assumindo uma determinada resiliência, apesar de saber que a aplicação prévia do mesmo material em circunstâncias mais ou menos similares causou o desabamento de pontes e outras construções.

  • O Presidente da Comissão Mediadora de Valores Mobiliários, Carlos Tavares, foi ao Parlamento ratificar as acções da auditoria cidadã e de todas as iniciativas da sociedade civil que questionam a dívida. A quem não acreditar, sugere-se a audição destas declarações. É claro como água, ao contrário da condução dos negócios públicos, os quais, em Portugal e em toda a história da comunidade política, primam pela opacidade e pelo elitismo.

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    Acabam de chegar. Instalam-se no quartel-general do austeritarismo, algures entre o gabinete de Vítor Gaspar e Álvaro Santos Pereira. Com as suas ferramentas estatísticas, medem o futuro de Portugal e, inevitavelmente, o futuro da zona euro (porque a tese do pecado original helénico cairá por terra quando todos perceberem que o problema é sistémico). Em certo sentido, a chamada troika — a comissão conjunta do FMI, representado por Poul Thomsen, do Banco Central Europeu, representado por Rasmus Rüffer, e o híbrido (ou a hidra) Comissão Europeia-Fundo Europeu de Estabilização Financeira, representado por Jürgen Kröger — é uma versão empobrecida das Erínias, ou Fúrias, que Ésquilo eternizou na Oresteia e Dante versou no Canto IX da Dívina Comédia. 

  • Todas as comunidades cidadãs europeias são, hoje, alvo de um consenso fabricado que impediu, até agora, uma compreensão mais rigorosa dos processos que estão a destroçar conquistas sociais e civilizacionais. Esse consenso está a ruir, lenta mas decisivamente. A emergência de auditorias cidadãs, na Europa de hoje, é uma consequência dessa barragem de artilharia ideológica e, ao mesmo tempo, uma resposta à pulsão austeritária de quem não conhece alternativas.