• warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.
  • warning: preg_match() [function.preg-match]: Compilation failed: disallowed Unicode code point (>= 0xd800 && <= 0xdfff) at offset 1811 in /home/auditcidada/public_html/sites/all/modules/ctools/includes/cleanstring.inc on line 157.

Author Bios

Articles by this author:

  • Considera-se habitualmente que a dívida pública é sustentável se se espera que o seu valor (em percentagem do PIB) comece, a médio prazo, a descer.

     

    No memorando assinado entre a troika e Portugal, bem como nas sete revisões já concluídas do programa português, essa é uma conclusão inabalável. Por mais que o crescimento caia ou que os défices aumentem, é certo que as previsões levarão invariavelmente a dívida a começar a descer em 2 ou 3 anos.

     

    O problema é que estas previsões são baseadas noutras estimativas das componentes que determinam a evolução da dívida pública. Entre estas, as principais são o crescimento do PIB, as taxas de juro e o défice público. Se estes dados não forem credíveis, então também o não será a previsão da evolução da dívida.

  • Imagine que tem um crédito à habitação indexado à Euribor e receia que a taxa venha a subir. Imagine também que há um vizinho que lhe propõe fazerem uma troca: ele paga esse crédito a taxa variável e você paga-lhe a ele a mesma prestação mas com juros a uma taxa fixa ligeiramente superior. Apesar de ser um pouco mais caro, a proposta pode fazer sentido para si: elimina o risco das variações da taxa. No mercado financeiro, isto é o exemplo de um SWAP, que quer dizer literalmente «troca». Tem algum risco para quem aceita a parte variável, é claro, e depende sempre das perspetivas de evolução das taxas dos dois agentes, mas é relativamente transparente e não vai muito além do risco que já havia no conjunto dos dois vizinhos.

     

    A coisa complica-se quando se entra em negócios mais complexos. Imagine que o vizinho lhe propõe a mesma troca mas com mais duas condições: a taxa mantem-se fixa mas salta 5% se o preço do ouro aumentar mais de 10% num ano e, se a Euribor subir acima de 5%, você tem de pagar o empréstimo todo de uma vez. Agora já não estamos só a falar de cobrir risco... Bem vindo ao casino!
     

  • Reestruturações de dívida, como a que a Europa deverá admitir no caso português, têm pouco impacto. Por um lado, só abrangem uma parte do problema: o estado continuará dependente dos mercados para financiar outras amortizações e os juros de toda a dívida. Por outro lado, não contribuem de modo nenhum para o relançamento de uma economia funcional, da qual o governo precisa desesperadamente se quiser melhorar a situação das contas públicas.

    O mais que se consegue, depois de toda a subserviência dos ministros portugueses, é um simples alargar de prazo mantendo-se condicionalidades que ainda não conhecemos, mas que não deverão desviar-se da política recessiva que tem sido imposta a Portugal pela União Europeia.

  • Resumo do texto publicado no número de Fevereiro do Le Monde Diplomatique– Edição Portuguesa.

     

    Se nos dizem que uma determinada política vale a pena porque terá determinados resultados, mas esses resultados são constantemente revistos em baixa, e se constatamos que as contas estão feitas de modo a dar-nos falsas expectativas, então podemos dizer que, de facto, estamos a ser enganados.

     

    Nos três elementos fundamentais para a sustentabilidade da dívida pública, as estimativas utilizadas pela Troika são bastante questionáveis. O crescimento mantém a previsão de -1% para 2013, prevê-se que as taxas de juro aplicáveis ao total do valor da dívida se mantenham em níveis equivalentes aos do período pré-crise e a troika ainda prevê um saldo orçamental primário positivo e equivalente a 2% do PIB já em 2014, subindo para quase 3% até 2016.

  • No passado dia 3 de Outubro, Vítor Gaspar começou a apresentação das medidas do Orçamento de 2013 com o surpreendente anúncio do regresso de Portugal ao mercado de Obrigações, com «enorme sucesso». Gaspar referia-se à troca de dívida ocorrida por coincidência, ou talvez não, nessa mesma manhã. Segundo ele, o facto de os investidores estarem dispostos a aceitar a troca proposta pelo IGCP seria um sinal de confiança dos mercados no processo português. E recuperar essa confiança parece ser o objectivo último de todos os nossos sacrificios coletivos.

  • Sabiam que:

    1. A dívida é constituída essencialmente por títulos transaccionáveis
    2. A dívida reflecte os custos do passado
    3. A lista de credores não é definida e constante
    4. Os títulos de dívida transaccionam-se em vários mercados
    5. Há dívidas importantes que não são contabilizadas na divida directa do Estado